Monarquia pluricontinental e repúblicas: algumas reflexões sobre a América lusa nos séculos XVI-XVIII.

Resenha

Monarquia pluricontinental e repúblicas: algumas reflexões sobre a América lusa nos séculos XVI-XVIII. “A partir disso os autores João Fragoso, professor de História da UFRJ e Maria de Fátima Silva Gouvêa, professora de História da UFF desenvolvem a ideia de autogoverno, inscrita na concepção corporativa da sociedade, como ferramenta teórica para a compreensão da organização social na América colonial, ou ainda o conceito de redes governativas na gestão do império ultramarino e a noção de monarquia pluricontinental.” Texto publicado em junho/ 2009. Os autores discorrem sobre a autogestão das colônias lusas em especial o Brasil no período XVI-XVIII e a relação com a monarquia pluricontinental.

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"Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".

Vamos refletir sobre esta história inspiradora:
Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada.
Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas, nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.
Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.

Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais, mas notou que havia uma bolsa amassada no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.

O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendemos:
"Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".


Obra escrita por Douglas Adams faz representações metafóricas e profundas sobre a vida real, as situações que enfrentamos, as hierarquias e as firulas sem sentido da sociedade.

Obra escrita por Douglas Adams faz representações metafóricas e profundas sobre a vida real, as situações que enfrentamos, as hierarquias e as firulas sem sentido da sociedade.



"Muito além dos confins inexplorados da região mais brega da Borda Ocidental desta Galáxia, há um pequeno sol amarelo e esquecido. Girando em torno deste sol, a uma distância de cerca de 148 milhões de quilômetros, há um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante, cujas formas de vida, descendentes de primatas, são tão extraordinariamente primitivas que ainda acham que relógios digitais ainda são uma grande ideia".

Essas são as primeiras linhas da bíblia dos nerds. Ela não fala sobre criação, cosmogonia nem tem um timbre religioso. Mas mesmo assim conseguiu arrebanhar milhões de adeptos mundo afora, com várias características em comum, que encontraram nos escritos a sabedoria para formar uma identidade e reclamar seu lugar no mundo. E é um lugar bem ambicioso... tipo o que é ocupado por executivos e presidentes.

Três palavras que garantem o fracasso

Há 3 palavras que são verdadeiramente capazes de alterar o andamento das coisas, elas promovem o fracasso quando pronunciadas em sequência.

No conto de Ali Babá e os 40 ladrões a frase "abre-te sésamo" teria a mágica propriedade de um controle remoto. Pronunciá-la era o suficiente para que a entrada da caverna dos tesouros roubados fosse aberta, deixando o protagonista da história rico. Sésamo em português de Portugal é o nosso gergelim (aquele que vem em cima do pão). Sua planta se abre de forma lenta, soltando as sementes aos poucos, tal qual se espera de um depósito tão valioso. Era o inacreditável poder da analogia.

Diferente da fantasia de Ali Babá, há 3 palavras que são verdadeiramente capazes de alterar o andamento das coisas, mas ao invés de atrair riquezas, elas garantem o fracasso quando pronunciadas em sequência. Vamos ver como funciona a mecânica por trás da expressão "eu vou tentar".

Somente o básico...

“Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: "Hotel Venetia".

Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: "- Bem-vindo ao Venetia!"

Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.

No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte.

Você é uma batata, um ovo ou café?

Uma vez, uma filha se queixou ao seu pai que a sua vida era miserável e que ela não sabia como iria conseguir seguir em frente. Ela estava cansada de lutar e se esforçar o tempo todo. Parecia que, logo após resolver um problema, outro logo aparecia. Seu pai, um cozinheiro, a levou até a cozinha.

Ele encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Depois que as três panelas começaram a ferver, ele colocou batatas em uma panela, ovos na segunda e café moído na terceira. Então, ele deixou a água ferver. A filha, irritada, esperou impacientemente, imaginando o que ele estava fazendo.

Museus de Manaus

Conheça os museus de Manaus

23 museus estão cadastrados no Instituto Brasileiro de Museus.
Museus recebem poucas visitas do público amazonense.

Girlene MedeirosDo G1 AM
Achados arqueológicos, relíquias da produção audiovisual desenvolvida nos séculos passados e retratos do homem amazônida são apenas alguns dos registros de diferentes áreas e tempos preservados nos museus existentes em Manaus. Em homenagem aos 342 anos da cidade de Manaus, o G1 mostra os principais museus da capital do Amazonas e revela as especialidades de cada espaço.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), dos 26 museus existentes no Amazonas, 23 deles estão situados em Manaus. Entre eles, estão os museus inseridos no Palacete Provincial, situado na Praça Heliodoro Balbi, também chamada de Praça da Polícia, no centro de Manaus.
Palacete Provincial (Foto: Divulgação)Palacete Provincial (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)
Museu Tiradentes
O Museu Tiradentes, por exemplo, foi organizado e inaugurado em 1984, pelo então Comandante Geral da Polícia Militar Cel. Élcio Motta. Em 2009, passou a funcionar no Palacete Provincial. Atualmente, é de responsabilidade da Secretaria de Cultura do Amazonas. O acervo é o mais antigo a funcionar no Palacete e conta três espaços diferentes:

A exposição "Esculturas do Mundo" que conta com réplicas de estátuas históricas disponíveis em museus da França.

Sala Memória do Comando Geral da Polícia Militar. Um espaço de exposição de móveis utilizados pelos oficiais no Amazonas.

Fortificações do Brasil.

A proposta da inscrição na Lista do Patrimônio Mundial é apresentar um conjunto de fortificações, com 19 monumentos selecionados entre dezenas de fortificações luso-brasileiras que marcam a ação no estabelecimento da cultura nacional, representativos das construções defensivas implantadas no território brasileiro, nos pontos que serviram para definir as fronteiras marítimas e fluviais que resultaram no maior País da América Latina: o Brasil. A seleção inclui monumentos erguidos no território desde o início da colonização. São os seguintes monumentos:
Fortaleza de São José, em Macapá (AP) – Inaugurado em 19 de março de 1782, dia do seu padroeiro, São José, o Forte é hoje um espaço de cultura e lazer, administrado por uma fundação, o Museu Fortaleza de São José de Macapá, concebida para gerenciar e planejar a sua ocupação. 
Forte dos Reis Magos, em Natal (RN) - Recebeu esse nome em função da data de início da sua construção, 6 de janeiro de 1598, dia de Reis pelo calendário católico. Desde 2014, a gestão do edifício foi transferida para o Iphan. Junto com a Igreja de Santo Antônio, a Catedral, o Museu de Sobradinho e o Palácio do Governo, a fortificação integra um conjunto urbanístico de grande expressão em termos artísticos e histórico-culturais na cidade. 
Forte Coimbra, em Corumbá (MS) – A partir de 1775, a Coroa Portuguesa ordenou que se construísse fortificações militares em alguns pontos do rio Paraguai, e o Forte Coimbra foi o primeiro a ser erguido. Também durante a Guerra do Paraguai (1864 a 1870), o Forte Coimbra foi fundamental nas batalhas travadas ao longo dos tempos, tendo como pano de fundo as paisagens tranquilas do Pantanal. Atualmente o Forte é administrado pelo Exército, que decidiu pela visitação turística e tem como atrações a visita à parte alta do Forte com vistas panorâmicas do rio Paraguai ao lado de antigos canhões, o passeio à vila de moradores e a visita à gruta Buraco do Suturno.

John Wesley, uma vida longa em poucas palavras

vida de um homem que com sua paixão por Deus mexeu com a vida espiritual dos ingleses e com a estrutura social de seu país.
Por Christian History & Biography
John Wesley nasceu em 1703 e sua infância foi fortemente influenciada por sua mãe, uma mulher rígida e piedosa. Seu pai era um homem difícil de se agradar. Sua mãe acreditava que os desejos das crianças deviam ser subjugados e que eles deveriam ser disciplinados quando não se comportassem. John era o décimo quarto filho. Ele teria morrido em um incêndio em Epworth Rectory se não tivesse sido arrancado das chamas por um vizinho. Na época tinha sete anos e depois disso sua mãe o lembrou várias vezes que ele era “um tição colhido do fogo”. Mais tarde ele teve a certeza de que tinha sido poupado por um propósito, servir a Deus.
Samuel, o pai de John, era um erudito, que por muitos anos trabalhou em uma obra monumental sobre o livro de Jó. Um pregador severo, para não dizer implacável, uma vez exigiu que uma adúltera andasse nas ruas em sua vergonha. Ele também forçou o casamento de uma de suas filhas depois que ela tentou fugir com um homem que não era o escolhido de seu pai. Com seu pai e sua mãe, John Wesley desenvolveu excelentes hábitos de estudo e também se acostumou com o sofrimento físico.

Quem são os beduínos?

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São um povo nômade que vive nos desertos do Oriente Médio e do norte da África. Os beduínos representam cerca de 10% dos habitantes do Oriente Médio e têm o nome derivado das palavras árabes al bedu ("habitantes das terras abertas") ou al beit ("povo da tenda"). O mais provável é que essa cultura tenha surgido ainda na Antiguidade, no norte da atual Arábia Saudita. A partir do século 7, porém, quando os árabes conquistaram o norte da África, os beduínos se dispersaram também nesse continente. Na Arábia, onde sempre viveram os grupos principais, as difíceis condições de vida no deserto geraram conflitos pelo uso de poços de água e pastagens, levando bandos de beduínos a eventuais ataques a caravanas e outras

Dicas e sites para melhorar o inglês

Dicas e sites para melhorar o inglês

Tecnologia facilitou muito o aprendizado de idiomas. Agora, não há desculpas. Confira seleção de páginas que disponibilizam exercícios, palestras e cursos

A falta de domínio do inglês, sabemos, ainda é um entrave para muitos brasileiros que desejam estudar fora — seja para fazer graduação, pós ou cursos de especialização. Se este é o seu caso, você está no lugar certo. Mas, se espera encontrar alguma receita milagrosa para aprender o idioma, é melhor interromper a leitura aqui para não se decepcionar.
“Infelizmente, não existe mágica e manter-se motivado para aprender outro idioma é algo muito difícil”, afirma Vinicius Teixeira, que trabalhou como professor de inglês no Brasil e hoje cursa o mestrado na Universidade Concordia, em Montreal, Canadá. Difícil, mas não impossível:  Vinicius mesmo é um exemplo, já que, além de ser fluente no inglês, fala

Conheça a história do homem que viveu por 6 anos achando ser uma galinha

Após viver seis anos em um galinheiro em um vilarejo no interior de Fiji, o órfão Sujit Kumar foi adotado pela australiana Elizabeth Clayton
Sujit passou muitos anos sem ver outras pessoas Foto: thehappyhometrust.com / Divulgação
Sujit passou muitos anos sem ver outras pessoas
Foto: thehappyhometrust.com / Divulgação
Liz Lacerda, no Terra
Em um remoto vilarejo no interior de Fiji, o arquipélago composto por mais de 300 ilhas no Pacífico sul, um menino cresceu com as galinhas. Sujit Kumar perdeu os pais ainda criança. A mãe cometeu suicídio e o pai foi assassinado logo depois. Sem saber o que fazer com o menino, os avós colocaram o garoto no galinheiro, no andar debaixo da casa. Lá, ele viveu por seis anos.
O menino dormia no poleiro, se alimentava com as galinhas e aprendeu a andar e a se comunicar como os animais. Sujit Kumar nunca foi ensinado a falar, mas sabe cacarejar. Ele sacode a cabeça e cisca como os galináceos. Durante toda sua vida, pegou a comida com a boca em formato de bico ou as pontas dos dedos unidas, tentando imitar os bichos ao “bicar” os alimentos.
Sujit Kumar, o garoto-galinha, e Elizabeth Clayton, a australiana que o adotou Foto: Arquivo pessoal / Divulgação
Sujit Kumar, o garoto-galinha, e Elizabeth Clayton, a australiana que o adotou
Foto: Arquivo pessoal / Divulgação
Sujik Kumar não tinha contato com o mundo exterior. Sua família e seus amigos eram as aves com quem conviveu até ser removido pelo poder público, aos 8 anos de idade. Era para ser a salvação do menino, mas a mudança se transformou em outro triste capítulo de sua história. No final dos anos 70, Fiji não tinha orfanato.
Sem chances de ser adotado por causa do seu comportamento, Sujit foi colocado em um asilo de idosos. Ele praticamente não havia visto gente durante a maior parte da vida; então, muitas vezes, se tornava agressivo. Por isso, ficou os 22 anos seguintes preso à cama, amarrado com lençóis. As cicatrizes ainda estão bem claras em volta de sua cintura. Sujit