As empresas estão cansadas de quem “faz a sua parte”

Foi-se o tempo em que era cada um por si e Deus por todos. O trabalho em equipe é a maneira mais eficaz para atingir resultados. Funcionários que usam jargões como “Fiz a minha parte” ou “Isso não é meu trabalho” em breve estarão fora das empresas ou ficarão naquelas em que conseguirão ganhar, no máximo, o suficiente para ter o mínimo que a vida pode oferecer.

Precisamos criar uma colmeia produtiva, competente, vendedora, na qual um ajude o outro, aos outros, e não que se preocupe meramente em fazer sua parte, trancar a porta de sua sala e ir embora. Pessoas assim têm ajudado a quebrar negócios, colocando pessoas boas diretamente na fila do desemprego.

As empresas querem pessoas que juntem o papel do chão, mesmo que sejam gerentes, e querem zeladoras que deem opiniões sobre negócios, gestão e ajudem a vender e gerar mais lucro.

Chega de gente “minha parte”, dessa mediocridade que assola as empresas e a vida no mundo. Pessoas que se preocupam apenas com a reles tarefa que executam, como se fossem únicas, exclusivas, e não precisassem da ajuda nem pudessem ajudar. Em uma colmeia, todos se defendem, as pessoas dão a vida umas pelas outras e estão sempre disponíveis para ajudar.

Óbvio que há limites. Você irá ajudar e não fará o que é função de outra pessoa. A ideia é que, quando você cumprir sua obrigação, tenha a sensibilidade de participar do trabalho extra que os outros estão fazendo e, de certo modo, ajude a manter a empresa, os negócios e o salário de cada um.

Vamos arrombar a porta e tocar gente que só se preocupa com o que faz, sem virar os olhos para notar se alguém precisa de apoio, auxílio, seja em um novo projeto ou empreendimento, seja para fazer um simples café quando a copeira está ausente.

De mãos dadas, coração ligado e mente unida, somos capazes de carregar uma tonelada. Sozinhos, na maioria das vezes, não somos capazes nem de carregar o próprio corpo.
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