O UNIVERSO OS MULTI UNIVERSOS AS DIMENSÕES PARALELAS


Tamanho do Universo visível:
  • Número de grupos de galáxias no universo visível(conhecido) = 500 milhões
  • Número de galáxias grandes no universo visível = 10 bilhões
  • Número de galáxias anãs no universo visível = 100 bilhões
  • Número de estrelas no universo visível = 2.000 bilhões de bilhões
Hubble Deep Field
Em dezembro 1995 o telescópio espacial Hubble foi apontado, por 10 dias, para uma área vazia do céu na área da Ursa Maior. Produzindo uma das mais famosas imagens da astronomia moderna - a Hubble Deep Field. Uma pequena parte dela é mostrada aqui. Quase todos os objetos nesta imagem são galáxias que se encontram entre 5 e 10 bilhões de anos-luz de distância. As galáxias são mostradas em suas cores e formas naturais, algumas são novas e azuis, enquanto outras são velhas, vermelhas e empoeiradas.
Teoria Multi Universos dimensões paralelas e teoria das cordas
Doutor em Física pela Universidade de Oxford, Greene leciona em Colúmbia, Nova York, onde também dirige um instituto dedicado a estudos cosmológicos. Em seu escritório, cercado de equações num quadro negro, ele falou a ÉPOCA.
ÉPOCA - Como o senhor resumiria a teoria das supercordas?
Brian Greene
 - Ela materializa o sonho de Albert Einstein de criar uma teoria única para explicar o Universo. No século XX, a Ciência desenvolveu duas teorias que funcionam como pilares da Física. A teoria geral da relatividade, criada por Einstein, explica como a gravidade opera em grandes dimensões, em estrelas e galáxias. Já a mecânica quântica explica como as leis da Física operam no extremo oposto, nas subpartículas atômicas. Durante várias décadas, essas duas teorias só funcionavam nos próprios campos, o pequeno e o grande. Quando cientistas tentavam juntá-las - o que é indispensável, por exemplo, para entender o que se passa no centro de um buraco negro -, as equações se estilhaçavam.
ÉPOCA - Como as supercordas entram na história?
Greene
 - Elas surgiram como uma nova e fundamental entidade, a base para tudo o que existe no Universo. Já faz algum tempo que conhecemos os átomos e também as partículas subatômicas, como os elétrons, que giram ao redor dos núcleos, e os prótons, que integram o núcleo dos átomos. Conhecemos também algumas partículas subnucleares, como os quarks, que habitam os nêutrons e prótons. Mas é aí que o conhecimento convencional empaca. A teoria das supercordas diz que existe algo menor e mais fundamental: dentro dos quarks, da mais ínfima partícula subatômica, existe um filamento de energia que vibra como as cordas de um violino. E são os diferentes padrões de vibração dessas cordas que determinam a natureza de diferentes tipos de subpartículas. Isso permitiria unificar a teoria geral da relatividade com a mecânica quântica.
ÉPOCA - Os últimos avanços na teoria das supercordas incluem um conceito altamente perturbador, a existência de 11 dimensões.
Greene
 - Para que essa teoria possa existir, ela requer que o Universo não tenha apenas as três dimensões com que estamos habituados. Os cientistas que adotam a teoria das supercordas trabalham com a possibilidade de que o Universo tenha entre dez e 11 das chamadas dimensões de espaço-tempo. É difícil de engolir, mas é o que a teoria prevê, de maneira consistente.
ÉPOCA - Ela também prevê universos paralelos a nossa realidade, idéia que o senhor aborda em seu novo livro, O Tecido do Cosmos.
Greene
 - Todo o mundo enxerga claramente da direita para a esquerda, para a frente e para trás e para cima e para baixo. Cadê as outras dimensões? Uma das sugestões da teoria é que nós não conseguimos enxergá-las justamente porque precisamos da luz para ver. E pode ser que a luz seja capturada, como numa espécie de armadilha, apenas pelas três dimensões com as quais estamos acostumados. Gosto de comparar o Universo que conhecemos e enxergamos a uma fatia de pão. Mas todo o Universo, com suas realidades paralelas, poderia incluir as demais fatias de um mesmo pacote de pão de fôrma. E talvez tudo o que conhecemos e conseguimos enxergar aconteça apenas nessa nossa fatia de realidade iluminada pela luz, que não consegue viajar para as demais fatias do pacote.
ÉPOCA - Então clones de nós mesmos poderiam habitar esses universos paralelos?
Greene
 - Sim, mas não necessariamente. É possível também que as demais fatias desse pão nem contenham vida. Oprincipal é que aquilo que durante muito tempo julgamos ser o Universo pode ser apenas um pedaço dele.
Este Universo é uma Bolha em uma Sopa de Universos

Michio Kaku  nasceu na Califórnia e vive em Manhattan.
É catedrático de Física Teórica e colabora com o acelerador de partículas de Genebra. Casado e com duas filhas na faixa dos 20 anos, é hoje um dos físicos teóricos mais prestigiados e populares do mundo por sua eficácia na divulgação dos últimos saberes da física, desde sua escala cósmica até sua escala quântica.
Kaku aprofunda na teoria das cordas - tudo é vibração -, a mais plausível hoje para englobar todos os fenômenos do Cosmos, e busca a confirmação do Omniverso ou Multiverso (universos paralelos) no acelerador de partículas.
A entrevista que segue foi realizada por Víctor M. Amela para o periódico La Vanguardia.
A Entrevista
Qual é a novidade que sabemos sobre o universo?
O que não é universo: é multiverso.
Que significa isso?Que não existe só um universo: existe uma grande quantidade de universos, simultâneos, paralelos..!
Onde estão? Eu não os vejo.
Em lugares e tempos muito distantes. Imagine uma sopa de bolhas...
OK, já a tenho...
Uma dessas bolhas é este nosso universo: nós e todas as galáxias estamos em sua superfície em expansão.Porém existem na sopa outras bolhas parecidas nascendo a cada momento, crescendo, fundindo-se umas com as outras, estourando...
Como você sabe disso?Nossos modelos teóricos assim o indicam, e hoje os físicos se dedicam a rastrear as evidencias desses universos paralelos com o nosso, que nascem a cada instante. Não houve só um big bang: eles acontecem continuamente!
Enquanto falamos está acontecendo um big bang em algum lugar?Sim. O de nosso universo foi há 13.700 milhões de anos, talvez por fusão ou colisão de outros universos,
outras bolhas.
Como e quando acabará a nossa?
Seguirá expandindo-se indefinidamente, até um "grande frio". Talvez, até lá, já tenhamos aprendido a
saltar para outro universo!
Existe também algum tipo de consciência nos outros universos?Não sabemos... Mas é possível, em outro universo paralelo, outro você esteja fazendo outra entrevista
como esta a outro eu...
Procurarei que a minha aqui seja a melhor.
Na escala quântica já conseguimos que uma mesma partícula esteja em dois lugares ao mesmo tempo,
e também teletransportar um átomo: é como copiá-lo em outro local e que desapareça o original.
Será difícil conseguir a mesma coisa com pessoas para viajar no espaço...
E viajar no tempo?
É teoricamente possível..., porém exigiria uma energia descomunal. Creio que a tecnologia nos permitirá obter essa energia no futuro. Assim que se hoje alguém bate à tua porta e te diz:"olá, sou tua ta-ta-ra-ta-ta-raneta"... não bata com a porta na sua cara! Pode ser uma descendente tua que veio do futuro...
Bom truque para explicar
É factível uma visita vinda do futuro: gerando duas linhas temporais, não afetaria à linhagem do visitado que conduz ao visitante.
Por acaso alguém já o visitou, para começar a se interessar por estas coisas?Já, já... Uma professora no colégio cristão me despertou o interesse, aos oito anos. Meus pais, japoneses,me inundaram de budismo: o universo não começa nem termina.E esta professora nos explicou a Genesis..!
Aonde DEUS cria céus e terra
Isso chocava com o que eu sabia, então levantei o dedo e perguntei: "- E onde está a mamãe de quem nasceu Deus?" - Se o universo tinha uma origem, eu iria saber qual era!
E que disse a professora?
Que perguntaria ao seu "diretor espiritual'.

E o  que diz destes relatos a ciência?A ciência hoje descreve cenários já antecipados pela mística: outros planos, outras dimensões...O multiverso combina infinitude e criação contínua. E agora buscamos a equação que englobe todas as forças.
O que dirá esta fórmula?
Tudo é vibração e cada partícula elemental, uma nota: a física estuda harmonias; a química melodias , O universo é sinfonia!
O que você gostaria de descobrir?
Coopero com o grande acelerador de partículas de Genebra: buscamos a partícula S, que confirmará o que estive lhe explicando.
E que utilidade prática tiraremos de todo este saber?
A curto prazo, nenhum. Porém cada nova fórmula científica modifica o mundo...
Que novos avances tecnológicos temos agora à mão?De imediato os chips serão mais baratos que o papel: Teremos integrados em tudo ao nosso redor,
inclusive em nosso corpo!
Me dê um exemplo Óculos ou lentes, conectadas on line, o identificarão ao seu interlocutor - nome, estudos,perfil,...- e se fala outro idioma, terá acesso a legendas automaticamente.
Compro...!
Você entrará no seu banheiro e será melhor que a melhor clínica de análises da atualidade:  analisará urina e fezes separadamente, e o espelho analisará sua respiração todo dia, e assim saberá que alguma proteína de suas células pode gerar um tumor dez anos depois! Não haverá tumores.
Adeus ao câncer, então!Teremos um escâner do tamanho de um móvel, que fará uma prova instantânea que enviará a uma tela: ela será seu médico!
E se tivesse que me operar?
Disporemos de órgãos reservas de todo organismo, desenvolvidos a partir de algumas células nossas.Teremos pele, ossos, artérias, válvulas coronárias, traquéia, nariz, orelhas, narizes... E também fígadoe pâncreas: adeus à cirrose e à diabetes!
Quando disporemos de tudo isto?
Antes de dez anos!
Bravo! E depois, o que mais? 
Mudança de civilização: no fim deste século já saberemos usar a energia planetária e não precisaremosde hidrocarbonetos. Logo, aprenderemos a usar a energia estelar. E em seguida, a energia galáctica...
Nota da autora: E enfim a ciência entende a espiritualidade e ambas unem-se a favor da humanidade, nasce o humano galáctico.... o ser universal que somos.
Namastê. Gabi.
Para saber mais destas teorias assistam ao documentário do History Channel:

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