• 12/17/2018
  • GIL

Profissional do Futuro


O Profissional do Futuro é um curso para quem deseja conhecer ou se aprofundar nas novas tecnologias da economia 4.0, nas ferramentas e processos que levam a inovação, além de entender os novos hábitos de consumo e comportamento da população, para assim, criar ou ampliar o valor de uma empresa e contribuir significativamente com desenvolvimento sustentável do mundo.
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  • 12/17/2018
  • GIL
  • 12/17/2018
  • GIL
Formação completa em coaching da ABRACOACHING em 12 aulas ministradas pelo Bruno Juliani. Essa formação capacita os participantes tanto para ajudar na transformação e alcance de metas dos clientes deles e também na construção do negócio de coaching em si (gestão, marketing e vendas). O treinamento conta ainda com uma série de bônus para ajudar ainda mais no sucesso dos coaches em formação.
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  • 12/16/2018
  • GIL

É um método revolucionário que reúne técnicas práticas para transformar radicalmente sua rotina, ajudando você a dominar o tempo, reduzir drasticamente o estresse e se tornar altamente produtivo em poucos dias. A Produtividade 360º emprega técnicas simples mas altamente eficazes e poderosas, recomendadas para quem tem a vida corrida, cheia de afazeres e quer aprender a organizar o tempo, executando muito mais tarefas com tranquilidade e sem estresse. Ao estudar o curso o aluno aprenderá a organizar sua rotina, de forma a dominar o tempo, a fim de reduzir o estresse, destruir distrações e concluir 5x o número de tarefas.
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  • 12/16/2018
  • GIL
  • 12/15/2018
  • GIL
  • 12/14/2018
  • GIL






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  • 11/19/2018
  • GIL
  • 11/12/2018
  • GIL

Você gostaria de empreender?
Mas, você sabe por onde começar?
Tem algo novo pra você, que vai acabar com o seu medo, sua dúvida e te surpreender.

EMPREENDEDORES DO FUTURO.

SOBRE O CURSO

Com as mudanças atuais, é importante conhecer conceitos como Inteligência Artificial, Business Inteligence, Bots e toda a evolução que os novos empreendedores estão fazendo na economia. A Gooders, em parceria com a IBM e Techsoup, irá trazer exemplos e depoimentos mostrando como esses novos elementos estão influenciando a economia compartilhada e o impacto social.

PARA QUEM SE DESTINA
• Universitários em fase final de curso que não sabem como aplicar sua futura profissão nesta nova economia;
• Empreendedores que querem gerar inovação e precisam entender quais as principais tendências tecnológicas e de mercado;
• Empreendedores que precisam garantir o futuro de seus negócios e colocá-los de vez na era digital;
• Profissionais que querem abrir um novo negócio;
• Profissionais que precisam se reinventar, pois tem seus postos de trabalho ameaçados pelas novas tecnologias;
• Profissionais que querem entender esse novo mercado e sair na frente para se destacarem em seus respectivos mercados.
DURAÇÃO DO CURSO: 5 HORAS
ONDE: 100% ONLINE

VALOR

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  • 11/08/2018
  • GIL
Conflitos.

- Alexandre Bortoletto





Os conflitos fazem parte de qualquer relacionamento saudável. Pode acontecer com colegas de trabalho, professores ou alunos, cônjuges, pais, filhos ou amigos. O conflito não escolhe idade, profissão, classe social: ele pode surgir em qualquer situação de convivência entre duas ou mais pessoas.
Quando um desacordo não é bem resolvido, pode acabar prejudicando a qualidade de qualquer relação. Se ignorada, uma pedrinha que cai meio sem jeito pode começar uma bola de neve. Como os conflitos são percebidos como ameaças a nosso bem-estar, eles permanecem latentes se não lidamos com eles, causando ressentimento e desarmonia.
Por outro lado, se for administrada de forma positiva, uma situação conflituosa pode fortalecer o laço de respeito entre os envolvidos. Então, em lugar de gastar sua energia tentando fugir deles, que tal aprender a lidar com os conflitos de forma mais eficaz?
A Programação Neurolinguística pode ser uma boa aliada nesse processo. Um de seus pressupostos ensina que o mapa não é o território. Isso significa que encaramos cada situação de forma subjetiva, baseados em percepções influenciadas por experiências, valores e crenças pessoais. Tentar ver o mundo com os olhos dos outros é o primeiro passo para aliviar a tensão quando as opiniões batem de frente.
Você se põe na defensiva quando alguém discorda das suas ideias? Outro pressuposto de PNL diz que todo comportamento tem uma intenção positiva. Defender-se quando atacado pode ser muito útil em algumas situações e prejudicial em outras. Ajuste a forma como você usa essa sua habilidade e diminua a quantidade de conflito na sua vida.
Há ainda mais um pressuposto que gostaria de comentar, talvez o mais importante em uma situação de conflito: se você continuar fazendo o que sempre fez, continuará obtendo o que sempre obteve. É complicado plantar maçã e esperar colher abóbora. Suas discordâncias evoluem para discussões e desavenças na maior parte das vezes? O problema pode não ser o outro. Na próxima, tente respirar fundo e esfriar a cabeça antes de falar. Finja ser um observador externo e analise a situação de fora.
Você poderá perceber que o conflito não surge apenas quando as partes têm interesses conflitantes. O outro sujeito pode ter a mesma necessidade que você. Ele só quer de forma diferente da sua.
* Alexandre Bortoletto é instrutor da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (SBPNL)
  • 11/07/2018
  • GIL
O problema não é com você, é comigo": saiba o que esse e outros foras significam de verdade
 - SBPNL

Terminar um relacionamento amoroso é uma das experiências mais chatas e difíceis da vida, seja para quem toma a iniciativa de colocar o ponto final, seja para quem leva o fora. Não é raro, portanto, que as pessoas se enrolem ao tentar achar as palavras adequadas para consolidar o rompimento. Em muitos casos, o jeito é apelar para velhas fórmulas em vez de abrir o jogo. Os motivos são vários: não magoar o outro profundamente, se preservar, medo da reação alheia, vontade de encerrar o assunto o mais depressa possível e até evitar perder o contato definitivamente. Porém, uma avaliação mais criteriosa das famosas desculpas esfarrapadas pode revelar o que, de fato, está por trás do rompimento. UOL Comportamento pediu a ajuda de especialistas para traduzir os foras mais comuns, confira:
O PROBLEMA NÃO É COM VOCÊ
Fora: "O problema não é com você, é comigo"
Tradução: "O problema é, sim, com você"
Para Alexandre Bortoletto, instrutor da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística, essa frase nada mais indica do que uma típica atitude de projeção. "Quem dá um fora desse tipo prefere não encarar nem esmiuçar os motivos que o levaram a tomar tal decisão", explica. "E como há dificuldade em lidar com a culpa e o mal-estar ao enxergar alguns defeitos no parceiro, nada melhor do que tomar a responsabilidade para si", explica o coach Marco Aurélio Nirlepa, do Cetie Coaching –Centro de Neurolinguística e Terapias Integradas.
NÃO ESTOU PRONTO
Fora: "Não me sinto pronto(a) para viver um relacionamento"
Tradução: "Não me sinto pronto(a) para viver um relacionamento com você"
Em princípio, se alguém não está apto para algo, não deveria ter começado, certo? Mesmo que a pessoa tenha passado por experiências amorosas traumáticas, se está feliz em uma relação, é claro que vai buscar mecanismos para fazê-la dar certo. Se não se empenhar nisso, é porque o parceiro não vem satisfazendo suas expectativas -algo complicado de dizer com todas as letras. Há, porém, quem solte tal pérola após anos e anos de namoro. Sim, quando começam a surgir as cobranças (explícitas ou não) para transformá-lo em casamento. E, aí, as explicações podem ser desde pavor de compromisso (e medo de perder a liberdade) até a triste revelação de que o envolvimento representava coisas diferentes para ambos.
TENHO OUTRAS PRIORIDADES
Fora: "Tenho outras prioridades no momento"
Tradução: "Ficar ao seu lado é a última coisa que quero agora"
Esse fora tem ainda como variações: "Estamos em sintonias diferentes", “Estou muito ocupado(a) para namorar" e “Quero me dedicar ao trabalho ou aos estudos". Para os especialistas, a frase não soa de todo falsa ou forçada, pois, dependendo do momento de vida, é comum as pessoas se concentrarem em uma ou outra atividade. No entanto, se há um sentimento verdadeiro entre os dois, é viável fazer o mínimo de esforço para conciliar os interesses. Se a justificativa para o rompimento se embasa em uma lista de prioridades, é óbvio que quem levou o fora simplesmente não ocupa uma posição de destaque nessa lista.
VOCÊ É DEMAIS PRA MIM
Fora: "Você é demais para mim"
Tradução: “Eu quero ficar livre para me envolver com outras pessoas”
De acordo com a psicóloga Deborah Epelman, fundadora da Programação em Autoconhecimento e Comunicação (consultoria em programação neurolinguística), essa é a desculpa mais comum usada por aqueles que têm medo de magoar o par. “É uma tentativa de poupar sofrimento, já que quem lança mão dessa explicação, em geral, não costuma considerar o outro uma má pessoa”, diz, justificando a injeção na autoestima em um momento tão difícil. E, convenhamos, admitir que se está em busca de novas emoções não é a tarefa mais fácil do mundo. O problema é que existe quem transforme o elogio em um dilema eterno: "Se sou tão incrível, por que tudo acabou? O que há de errado comigo?". Para Deborah, falar a verdade, por mais que doa, pode ser libertador.
PRECISO DE ESPAÇO
Fora: "Preciso de espaço"
Tradução: "Não quero compartilhar meu território com você"
Todos nós temos limites e, de acordo com o especialista Alexandre Bortoletto, a frase indica que alguns deles foram ultrapassados por alguém provavelmente muito grudento, invasivo ou possessivo. A pessoa quer (quase que literalmente) respirar e tomar conta da própria vida sem precisar dar satisfações ou ter companhia o tempo todo. "Outra possível interpretação é que quem decidiu romper deseja preservar coisas de sua intimidade. Em outras palavras, guarda segredos", diz Alexandre Bortoletto, instrutor da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística.
É MELHOR SERMOS SÓ AMIGOS
Fora: "Funcionamos melhor como amigos"
Tradução: "Quero que você saia de vez da minha vida"
Logo no início do filme “A Rede Social” (2010), Mark Zuckerberg (Jesse Eissenberg) e Erica (Rooney Mara) travam uma discussão. À certa altura, cansada do ego inflado do namorado, ela tenta encerrar logo a conversa e diz: “Vamos ser amigos”. Mark responde que não aceita ser somente amigo de Erica, que dispara de volta: "Fui educada. Não quero ser sua amiga". Essa espécie de fora, portanto, nada mais é do que uma tentativa (vã, na maior parte das vezes) de poupar a outra pessoa da verdade cruel. "É uma maneira de se sair bem da situação em vez de dizer que não existe mais química entre dois, que ‘os santos não batem’ ou que simplesmente não há mais vontade de continuar", explica Alexandre Bortoletto. Como a mágoa e a dor, na maioria dos casos, impedem qualquer possibilidade de amizade, a relação termina por ali. Mas é lógico que tal frase também pode ser utilizada ou interpretada como uma espécie de banho-maria, visto que conservar a alguma relação pode significar um resquício de esperança em retomar o romance.
Fonte: UOL
  • 11/07/2018
  • GIL
Como interagir melhor no ambiente corporativo

 - Gilberto Cury

No filme Tempos Modernos, Charles Chaplin mostrava a visão que o sistema produtivo tinha das pessoas que trabalhavam nele: eram uma engrenagem menos importante que a máquina em si. Felizmente as empresas perceberam que os colaboradores são, na verdade, um diferencial competitivo. Uma empresa nada mais é que a soma das habilidades das pessoas que nela trabalham.
Quando as corporações entram nesse movimento de renovação, começam a investir na humanização das relações de trabalho, valorização do capital humano e desenvolvimento de competências. É por esse motivo que a Programação Neurolinguística tem sido tão valorizada no ambiente corporativo.
Nas empresas que visitamos recebemos queixas similares de colaboradores de diferentes níveis hierárquicos. Dificuldades com motivação, problemas de comunicação, liderança e rotinas que acabam limitando a criatividade são reclamações corriqueiras no ambiente corporativo. A solução para tais problemas muitas vezes está na qualidade da comunicação.
Se comunicar de forma adequada depende do entendimento de uma das premissas básicas da PNL: o mapa não é território. Interpretamos os fatos com base em nossas experiências e crenças: o mapa nada mais é que nossas representações particulares da realidade. Um mesmo fato pode ser encarado de formas muito diferentes por dois colegas de trabalho. Então, enviar uma mensagem ao outro de uma forma determinada não garante que a recepção dessa mensagem acontecerá conforme o esperado.
Quando a empresa entende essas particularidades e promove o desenvolvimento da competência comunicação, promove o surgimento de boas ideias. Se a comunicação não flui, as potencialidades de cada membro da equipe são empobrecidas. Se bem recebidas e analisadas, opiniões novas e diferentes contribuem para o capital intelectual, o que ajuda a corporação a crescer como um todo.
Ver a comunicação com um novo olhar incentiva mudanças significativas para o ambiente corporativo. Outra premissa da PNL diz que se você continuar fazendo o que sempre fez, vai continuar obtendo o que sempre obteve. Quem quer crescer e evoluir precisa inovar e renovar, treinar pessoas para que elas sejam mais capazes de achar novas saídas, novas formas de fazer as coisas, novos jeitos de viver.
* Gilberto Cury é presidente da SBPNL – Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística
  • 11/07/2018
  • GIL
  • 11/06/2018
  • GIL



  • 11/06/2018
  • GIL


Não deixa as pessoas se conformarem com os resultados caso as metas não estejam sendo atingidas e peça mais soluções do que sugestões

Por Paulo Araújo,
Caso existisse uma cidade chamada Planejado e outra Executado pode ter certeza que a estrada que ligaria uma a outra seria cheia de percalços. Qual das duas seria a maior? Com certeza a Planejado e a Executado seria em média a metade do tamanho da outra. É claro que essas cidades não existem, mas a realidade nas empresas entre o planejado e o executado não é muito diferente do que foi descrito na metáfora acima.

O que fazer para diminuir o caminho entre o planejado e o executado?

1. Elabore poucas metas, mas que sejam significativas. Nada de planos mirabolantes, cheio de fantasias e ideais dignos de um super herói. Sugiro que você ou sua empresa tenha uma meta maior, que normalmente é ligada ao faturamento ou rentabilidade do negócio, e no máximo cinco metas menores que devem estar alinhadas e ajustadas para atingir a meta principal. O problema é que a maioria dos profissionais tem medo de parecer desocupados ou pouco ambiciosos junto aos seus líderes ao declarar poucas metas. Todos insistem em parecer ocupados demais, com números demais, tarefas demais o que leva a resultados de menos. Atingiu uma das metas menores antes do tempo, substitua por outra. Pode ter certeza que sempre há algo a mais a fazer. Eu garanto!

2. Faça uso dos dados e fatos. A intuição ajuda, mas deve ser pautada pela sua experiência no mercado e principalmente pelo o que aconteceu nos períodos anteriores. Nada de viajar pelo espaço sideral corporativo e criar metas difíceis de atingir. Vamos deixar claro que uma meta desafiadora precisa ter dados e fatos que a sustentem e que metas impossíveis só desmotivam a equipe. Busque informações sobre o mercado, concorrentes, clientes, mas com fontes confiáveis. Nada de achar que sabe tudo ou que dá para chegar lá pelo simples fato de que você acredita e deseja. O desejo deve ser compartilhado pela equipe, assim como a confiança de que podemos realizar o que está sendo proposto.

3. Dá trabalho eu sei, mas se esforce para colocar as pessoas certas nos lugares corretos. Esse é um dos grandes dilemas de qualquer corporação. Onde estão os talentos da sua empresa? Estamos todos à procura de talentos no mercado e não olhamos para o próprio umbigo. Toda empresa tem pessoas talentosas, não importa o tamanho ou o que produz. Lembro que talento é muito diferente de um currículo acadêmico perfeito. Talento é a pessoa que sabe como fazer aliado ao prazer, disposição e interesse genuíno em ajudar. Imagine quantas pessoas hoje trabalham infelizes ou que não conseguem utilizar mais do seu potencial pela miopia do líder que acha que mudar dá trabalho e só gera confusão.

Nikada/ iStockPhoto
O que fazer para diminuir o caminho entre o planejado e o executado?
http://osuperdna.blogspot.com.br/

4. Busque o inconformismo. As metas devem ser constantemente divulgadas e o planejamento revisado e acompanhado no mínimo mensalmente, apesar de eu preferir encontros quinzenais com os responsáveis pela execução. Evite reuniões improdutivas de acompanhamento, estipule hora para começar e acabar o encontro e envie a pauta antecipadamente aos participantes. Não deixa as pessoas se conformarem com os resultados caso as metas não estejam sendo atingidas e peça mais soluções do que sugestões. Crie um stress positivo e nada de pressão desnecessária para cima das pessoas. Evite mudar as metas a todo o momento e concentre sua energia e esforço nas ações que efetivamente agreguem valor ao negócio e tenham impacto na meta maior.

5. Jamais se esqueça que quem executa as metas são as pessoas. Elas passam por bons e maus momentos na vida. Nada de paternalismo exagerado, porém não se esqueça que pessoas não são máquinas. Cuide da sua equipe, promova dentro dos limites possíveis equilíbrio entre vida pessoal e profissional, treine e desenvolva as pessoas constantemente. Acompanhe, faça-se presente e seja o maior exemplo de dedicação, ética e bons resultados.

Mostre do que você e sua equipe são capazes e assim, quem sabe, a longa estrada entre as cidades Planejado e Executado se torne uma bela rodovia duplicada, segura e com uma bela paisagem. Boa viagem!

Paulo Araújo é especialista em Inteligência em Vendas e Motivação de Talentos. Diretor da Clientar – Projetos de Inteligência em Vendas. Autor de "Paixão por Vender" - Editora EKO, entre outros livros. Twitter - @pauloaraujo07
Nikada
  • 10/15/2018
  • GIL
Aprenda o Poder do Coaching! Você vai aprender a dominar com elegância as principais competências que farão de você um coach capaz de ter conversas profundas e relevantes com seus clientes em cada um de seus encontros de coaching.
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  • 10/14/2018
  • GIL
É um método revolucionário que reúne técnicas práticas para transformar radicalmente sua rotina, ajudando você a dominar o tempo, reduzir drasticamente o estresse e se tornar altamente produtivo em poucos dias. A Produtividade 360º emprega técnicas simples mas altamente eficazes e poderosas, recomendadas para quem tem a vida corrida, cheia de afazeres e quer aprender a organizar o tempo, executando muito mais tarefas com tranquilidade e sem estresse. Ao estudar o curso o aluno aprenderá a organizar sua rotina, de forma a dominar o tempo, a fim de reduzir o estresse, destruir distrações e concluir 5x o número de tarefas.
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A obra abrange as matérias de contabilidade geral e avançada, o leitor encontrará temas como: escrituração contábil; operações financeiras, instrumentos financeiros e baseado nas mais recentes leis publicadas. Indicada para o estudo dos alunos da graduação e dos candidatos dos principais concursos da área contábeis, administrativas, econômicas e afins.

 O objetivo desta apostila é fornecer informações e preparação sobre tópicos de interesse de estudantes/universitários/concurseiros e Contabilistas que buscam o registro no CRC por meio do exame de suficiência anual ou para colaboradores que já possuem noções básicas de Contabilidade e que desejam aprofundar seus conhecimentos. Com uma linguagem clara e acessível, é amplamente prático e com testes de fixação. A obra abrange as matérias de contabilidade geral e avançada, o leitor encontrará temas como: escrituração contábil; operações financeiras, instrumentos financeiros e baseado nas mais recentes leis publicadas. Indicada para o estudo dos alunos da graduação e dos candidatos dos principais concursos da área contábeis, administrativas, econômicas e afins.     COMPRAR!
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  • 9/18/2018
  • GIL

  • 9/17/2018
  • GIL
“Além de preparar para o mercado, um dos propósitos do ensino superior tem sido o de educar seus alunos”. Além da mera instrução, a educação possui dois propósitos: a formação de uma identidade e formação de um sentido para a vida. Ambas são intimamente imbricadas. A identidade é a forma como alguém concebe a si próprio. Esta concepção é necessária para estabelecer um sentido para sua vida. Sem saber quem você é dificilmente saberá para onde quer ir. Provavelmente, a Paidéia foi um precursor da educação atual, com a diferença que a Paidéia não incluía apenas a educação, mas também algum preparo físico. A ideia da Paidéia é uma preparação completa, e não apenas intelectual, do cidadão grego.
Tal como a Paidéia, o ensino superior é direcionado às elites. Ao contrário dela, no entanto, o ensino superior tem incentivado em seus estudantes o feminismo, o racialismo etc. Estas fazem parte das políticas de identidade se iniciam pela desconstrução de noções da civilização ocidental. Esta desconstrução trata-se do adestramento dos estudantes para que todo seu pensamento se resuma à denúncia constante de uma onipresente opressão dos grupos dominantes. Assim, se alguém faz algo rude em relação a uma mulher, automaticamente se pensa que é por causa do machismo, e não simplesmente por faltar habilidades sociais.
O denuncismo mental, que recebe o eufemismo de desconstrução, é precedido e fortalecido pelo relativismo e pelo niilismo. Ambos realizam o trabalho de tornar a vida do estudante sem sentido. No desespero por este sentido, o estudante acaba aderindo a qualquer explicação a respeito de como funciona o mundo, nem que seja em um esquema ultra simplificado de opressor versus oprimido. “Na verdade, a própria desconstrução exige um esquema simples de apreensão do mundo, pois ela torna mais difícil esta apreensão, já que o tempo todo se pensa que tudo é ou pode ser falso”.
Tradução: Pedro Henrique
Revisão: Israel Pestana


  • 9/13/2018
  • GIL

Fechar vendas: fácil ou difícil?
Antônio de Pádua B. Braga
A resposta para essa pergunta é simples:
Para uns, o fechamento é tão difícil, que leva muitos vendedores a se desiludirem e alguns até desistem da profissão. Bom para o outro grupo, que faz dessa parte do processo de vendas uma consequência natural do seu trabalho.

A diferença está exatamente nas atitudes adotadas por cada profissional. Aqueles que adotam ações proativas em todos os momentos da venda (pré, venda e pós), que agem com criatividade, competência e profissionalismo, são sempre vitoriosos. Por outro lado, os profissionais que temem o fechamento, por falta de preparo e, evidentemente, de segurança, além de não atingirem o objetivo, ainda causam aborrecimentos aos clientes, que esperam pela solução dos seus problemas e não por mais um problema para eles.

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