• 9/01/2019
  • GIL
A qualquer momento você pode morrer e não há quem te livre que isso ocorra, senão a mão do próprio YHWH. No momento em que Ele determinar que você morrerá, o tal acontecerá e nada poderá resistir a Sua vontade.
Será que você está pronto para morrer agora? Sua alma está pronta para deixar o seu corpo, ou você tem estado em cima do abismo do inferno, que irá tragar a sua alma a qualquer momento? REFLITA NAS SUAS ATITUDES, POIS VOCÊ SABE QUAL É A RESPOSTA!!!
SE ARREPENDA ANTES QUE SEJA TARDE, POIS O ETERNO TEM TE DEIXADO NESSA TERRA PELA MISERICÓRDIA DELE, LARGUE DE #PISAR NESSA MISERICÓRDIA, VOCÊ SABE MUITO BEM QUE TEM SIDO UM (A) SEM VERGONHA DIANTE DE YHWH!!!!
COMECE A SE APROXIMAR DO ETERNO ENQUANTO VOCÊ AINDA POSSUI TEMPO, E VIDA, POIS QUANDO VOCÊ ESTIVER NO INFERNO, TODOS OS SEUS GRITOS, SEU ARREPENDIMENTO E CHORO, SERÃO INÚTEIS! BUSCAI AO ETERNO ENQUANTO SE PODE ACHAR, INVOCAI-O ENQUANTO ELE ESTÁ PERTO, DEIXE SEU MAL CAMINHO, E SE VOLTE A DEUS, POIS ELE LIMPARÁ SUA ALMA, ORE, CHORE E CLAME AO ETERNO, LEIA AS ESCRITURAS, SE HUMILHE, LARGUE SEUS ERROS, BUSQUE AO ETERNO COM TODO O CORAÇÃO, SE LEVANTE E LUTE CONTRA O INFERNO, POIS CASO INSISTA NO PECADO, TENHA CERTEZA QUE A MORTE TE AGUARDA, E VOCÊ MORRERÁ E IRÁ DIRETO PARA O INFERNO, SEM HAVER QUEM TE LIVRE!!!!
“... os mentirosos, ... não herdarão o reino de Deus.” (Ap 21:8)
“... os bêbados, ... não herdarão o reino de Deus.” (1ª Co 6:10)
“... os adúlteros, ... não herdarão o reino de Deus.” (1ª Co 6:10)
“... os fornicadores, ... não herdarão o reino de Deus.” (1ª Co 6:10)
“... os roubadores (desonestos, corruptos, trapaceiros), ... não herdarão o reino de Deus.” (1ª Co 6:10)
“Não se iludam: pessoas que mantém relações sexuais antes do casamento, adoram ídolos, praticam sexo depois do casamento com quem não é seu cônjuge, têm relações sexuais ativas ou passivas com homossexuais, roubam, são avarentas, embebedam-se, atacam pessoas com linguagem insolente, pilhadoras, NENHUMA DELAS TERÁ PARTE NO REINO DE DEUS.” (1ª Coríntios 6:9-10 versão Bíblia Judaica Completa)
“Minha mensagem é: Andai em Espírito, então vocês não farão nada do que a velha natureza (pecaminosa) deseja.” (Gl 5:16)
  • 7/14/2019
  • GIL
“Além de preparar para o mercado, um dos propósitos do ensino superior tem sido o de educar seus alunos”. Além da mera instrução, a educação possui dois propósitos: a formação de uma identidade e formação de um sentido para a vida. Ambas são intimamente imbricadas. A identidade é a forma como alguém concebe a si próprio. Esta concepção é necessária para estabelecer um sentido para sua vida. Sem saber quem você é dificilmente saberá para onde quer ir. Provavelmente, a Paidéia foi um precursor da educação atual, com a diferença que a Paidéia não incluía apenas a educação, mas também algum preparo físico. A ideia da Paidéia é uma preparação completa, e não apenas intelectual, do cidadão grego.
Tal como a Paidéia, o ensino superior é direcionado às elites. Ao contrário dela, no entanto, o ensino superior tem incentivado em seus estudantes o feminismo, o racialismo etc. Estas fazem parte das políticas de identidade se iniciam pela desconstrução de noções da civilização ocidental. Esta desconstrução trata-se do adestramento dos estudantes para que todo seu pensamento se resuma à denúncia constante de uma onipresente opressão dos grupos dominantes. Assim, se alguém faz algo rude em relação a uma mulher, automaticamente se pensa que é por causa do machismo, e não simplesmente por faltar habilidades sociais.
O denuncismo mental, que recebe o eufemismo de desconstrução, é precedido e fortalecido pelo relativismo e pelo niilismo. Ambos realizam o trabalho de tornar a vida do estudante sem sentido. No desespero por este sentido, o estudante acaba aderindo a qualquer explicação a respeito de como funciona o mundo, nem que seja em um esquema ultra simplificado de opressor versus oprimido. “Na verdade, a própria desconstrução exige um esquema simples de apreensão do mundo, pois ela torna mais difícil esta apreensão, já que o tempo todo se pensa que tudo é ou pode ser falso”.
Tradução: Pedro Henrique
Revisão: Israel Pestana
  • 7/07/2019
  • GIL

No período das grandes navegações o Brasil foi o melhor estaleiro para as naus lusas. Depois, tornou-se escala para os Mares do Sul

Brasil foi escala, e estaleiro, na era da vela. Por mais de três séculos, a única forma de chegar era através dos mares. Como se sabe, somos fruto da epopéia náutica lusitana, um dos maiores acontecimentos da história mundial. E nos séculos 16 e 17, especialmente, as embarcações que para cá vieram eram simples e precárias. Além disso, não havia cartas náuticas, nosso litoral era uma grande incógnita. Tudo isso resultou numa série interminável de acidentes, os naufrágios do Brasil.

As riquezas da nova terra atraem piratas, aventureiros, e outras nações

Logo depois da “descoberta” espalhou-se na Europa, devido especialmente às cartas e viagens de Américo Vespúcio ao Brasil, notícias sobre as riquezas da nova terra. Foi o suficiente para despertar o imaginário da época. Já em 1525 os franceses invadiram o novo país e  fixaram uma colônia na baía de Guanabara, a França Antártica.
Piratas vieram aos montes para estas plagas. “O mapa de Jan Janes (abaixo), descreve a invasão do corsário holandês Spilbergen em 1615 e mostra que o porto de São Vicente teria, na época, duas barras, por onde entrariam grandes navios: vê-se até um galeão holandês fundeado defronte à Praia de Paranapuã.(do blogcaicara)”

ilustração de mapa da baía de são vicente
Brasil foi escala, e estaleiro, na era da vela.

Fernão de Magalhães e Thomas Cavendish

Entre outros navegadores e piratas famosos que estiveram por aqui, ainda no século da descoberta, estão Fernão de Magalhães que, antes de descobrir o estreito que leva seu nome e realizar a primeira circunavegação do globo, fundeou no Rio de Janeiro por uma semana para reabastecimento (1522) . Pouco depois, o terceiro a circunavegar o planeta foi o pirata Thomas Cavendish (1586). O inglês infernizou a costa brasileira. Incendiou construções de Ilha Grande, aprisionou navios, fundeou em Ilhabela, de onde ordenou a destruição de Santos e São Vicente. Azucrinou. E a cada vez que isso acontecia, mais navios iam a pique…

Brasil foi escala, e estaleiro, na era da vela

Logo depois do desembarque de Cabral, os fantásticos nautas lusos perceberam que o Brasil seria a melhor escala para a Carreira das Índias, as longas e perigosas viagens que fizeram a partir do momento que Vasco da Gama cruzou o Cabo da Boa Esperança. Naqueles séculos longínquos, as naus e caravelas não duravam muito mais que um par de meses, precisavam ser reparadas na ida ou na volta às Índias. Qual o melhor local ? O mapa do Brasil, de Giovanni Battista Ramusio, Veneza 1556, mostra claramente. Pode-se ver os nativos cortando madeira de lei para reparar naus e caravelas, além das próprias embarcações como que esperando os reparos que seriam feitos. O que quer dizer tudo isso? Mais naufrágios na costa brasileira.

ilustração de mapa mostrando que o Brasil foi escala, e estaleiro, na era da vela
Brasil foi escala, e estaleiro, na era da vela…Mapa de 1556
Não foi por outro motivo que o maior navio do mundo até então construído, no século 17, foi o Galeão Padre Eterno, made in Brazil. E foi ainda neste século que sofremos outra invasão de mais um povo navegador: os holandeses, que se fixaram no Nordeste. Mais uma vez houve escaramuças e batalhas navais durante os mais de 30 anos em que ficaram por aqui. Desde a invasão da Bahia, em 1621, até serem expulsos de Pernambuco, em 1654. Isso significa que mais navios, montes deles, foram parar no fundo do mar.

Nos séculos 18 e 19 o Rio de Janeiro entra na Rota dos Mares do Sul

Nosso destino está inexoravelmente ligado ao mar e à navegação. Só os brasileiros não sabem. Infelizmente, com o baixíssimo nível de ensino que existe no país de Macunaíma, o herói sem caráter, essas são consideradas ‘questões menores’ que as escolas de nível médio, e até as Universidades, passam geralmente por elas, de forma insignificante. Não por outro motivo nosso litoral está ao deus-dará e, mesmo assim, não desperta a menor comiseração para a maioria dos brasileiros. O fato é que quando as nações imperialistas da época, especialmente Inglaterra e França, começaram a explorar os Mares do Sul, novamente a parada obrigatória, em razão das distâncias, das correntes marinhas e da direção dos ventos, era o Rio de Janeiro. De James Cook na viagem do Endeavour, 1768; até Oswald Brierly, a bordo da Galatea, 1867, todos fizeram suas paradas no Rio. Até mesmo Darwin. E, mais uma vez, isso significa mais tráfego naval, e maiores possibilidades de naufrágios. O Rio também foi parada obrigatória para os navios ingleses da carreira da Austrália desde que a “First Fleet” (a frota inglesa que levou os primeiros 1.300 degredados e soldados para a Austrália em 1788) ali fundeou.”
Por
João Lara Mesquita
  • 7/05/2019
  • GIL

Toda vez que você vê uma estratégia de marketing inbound, o primeiro pensamento que vem à sua cabeça é: “nunca terei dinheiro para fazer isso”? Ou então já sai fazendo as contas para imaginar quanto você irá gastar para implementar um blog e criar um sistema de nutrição dos seus leads?
Pois é. Muita gente acha que estruturar uma estratégia completa de marketing inbound é algo que somente grandes corporações com orçamentos gigantescos conseguem fazer. Doce engano. É possível fazer uma excelente estratégia gastando pouco. Muito pouco. Quase nada.
E é exatamente sobre isso que falaremos nesse post.

Organizando seu departamento de marketing

Se você quer evitar gastos desnecessários e aproveitar o máximo do seu tempo, o primeiro passo é ter um time de marketing organizado. E se o time de marketing for você e, ocasionalmente, recebe ajuda de funcionários de outros departamentos (como por exemplo, o seu irmão que trabalha no comercial ou seu sócio da administração), também será importante ter essa organização?
  • 7/01/2019
  • GIL
La agricultura cada vez más industrializada y menos natural ha contribuido a que nuestros productos alimenticios contengan menos magnesio. En la naturaleza es muy abundante tanto en la corteza terrestre como en las sales del mar, pero viene desapareciendo de los alimentos. Esto hace indicar que nuestros organismos también disponen de esta insuficiencia, por lo que nos puede conllevar a problemas físicos y psíquicos.

La comida rápida y el exceso de los lácteos han contribuido a empeorar la situación de los alimentos, por lo que se debe buscar soluciones que sean de lo más asequibles.

Cada vez más, la población padece de estreñimiento, debilidad, trastornos hormonales, nerviosismo, temblores, falta de apetito, osteoporosis, dolores crónicos, diabetes, estrés, ansiedad, depresión y muchos otros, que se pueden prevenir con el consumo habitual de magnesio.

Todos los alimentos procesados carecen de magnesio y si acostumbras a comer fuera de casa, es probable que ya estés sufriendo de enfermedades gastrointestinales, ya que generalmente para los restaurantes se emplean productos agrícolas industrializados que no contienen magnesio.
  • 6/30/2019
  • GIL
Se a América foi inventada por um sonho expansionista europeu, a Amazônia podia constituir, talvez mais que em qualquer outro lugar do mundo, como continuidade desse devaneio. Do século XVI ao XIX, a região foi literalmente invadida pelo homem europeu.
Gondim afirma que “a Amazônia foi uma invenção”, pois a Amazônia não foi descoberta, esse termo só foi intitulado com a chegada dos portugueses.
Como se pode descobrir algo que já existe há centenas de anos?
Souza afirma “que quando os europeus chegaram ao século XVI, a Amazônia era habitada por um conjunto de sociedades hierarquizadas”. Ou seja, a partir dessa afirmação, vale ressaltar que a Amazônia brasileira já existia antes da chegada dos colonizadores.
A invenção da Amazônia se deu a partir dos relatos de viagens escritos pelos viajantes, missionários, etc. No livro A invenção da Amazônia (2007), de Neide Gondim, temos um painel dos primeiros viajantes cronistas, como também dos ficcionistas, que escreveram sobre aquela região até o século XX. A grande maioria desses aventureiros deixa o seu registro de entusiasmo, preconceito e fantasias. Essas viagens acendem o imaginário do homem europeu, pois estes sonhavam com o “paraíso e a fonte da eterna juventude”.
O paraíso aí se funda como o reino das possibilidades. Para Colombo e os outros navegadores que o seguiram, o Oriente seria a fonte para todo um imaginário fabuloso (Gondim, 2007). O impacto disso é tão forte no Ocidente que vamos encontrar essa associação ainda no século XVII, quando viajantes, por exemplo, procuravam o desconhecido e o fantástico na Amazônia.
A invenção da Amazônia se deu a partir de ideologias desde a escritura bíblica, fazendo um percurso pela Idade Média até os nossos dias. Acreditava-se que existia aqui na terra um paraíso, igual o descrito na Bíblia, que era o jardim do Éden, onde habitava Adão e Eva. Muitas foram às ideologias disseminadas e que acenderam o imaginário do homem europeu, pois este acreditava que esse “Paraíso ou El – dourado” existia e era uma cidade coberta de ouro e que possuía um rio onde suas águas conservassem a juventude eterna.
Cada imaginário se preenche com os limites de sua própria ansiedade. Ao tentar conquistar o desconhecido compreende-se uma oportunidade de domar o seu próprio imaginário. Mais uma vez, o detonador dessa aventura é uma especiaria. Ouvia-se falar muito no país da Canela; as mulheres guerreiras surgem como um misto de idealidade e sugestividade ao ambiente. Elas dão o toque feminino de medo do desconhecido. A relação com o mito grego das Amazonas obedece, portanto, a uma estratégia de nomeação.
Percebe-se que A Invenção da Amazônia se dá a partir das construções ideológica de um território, que é parte de um conjunto de mitos e fabulações que os europeus inventaram a América. Nesse caso, se a América foi inventada e não descoberta o que nos resta é simplesmente dar continuação a essa invenção, pois o próprio texto não nos mostra uma busca pela verdade e continua a falar em invenção.
  • 6/30/2019
  • GIL
Apesar dos salários, usualmente melhores, e do maior reconhecimento, se tornar gerente ou mesmo um diretor não é uma decisão tão simples.

Infomoney.

Passar de uma posição operacional para um cargo estratégico é o objetivo de muitos profissionais. No entanto, uma posição que exige mais responsabilidades, comportamento mais sério e mais competências, pode gerar muita insegurança. Apesar dos salários, usualmente melhores, e do maior reconhecimento, se tornar gerente ou mesmo um diretor não é uma decisão tão simples.
Se por um lado muitos profissionais querem crescer e acreditam que subir de cargo é o único caminho para conquistar o desenvolvimento, outros preferem se manter na mesma posição, pois os medos são grandes limitadores. As questões que geram insegurança são diversas, e os coachs Lilia Barbosa e Bernardo Entschev nos ajudaram a listar as principais delas. Veja:
  • 6/25/2019
  • GIL
endências: devemos sempre segui-las?

Tudo de mais genial que o mundo já produziu foi originado por pessoas autênticas, inovadoras e descontentes com o 'mais do mesmo' da sua contemporaneidade", destaca articulista.

Por Carlos Hilsdorf

Muitas pessoas que participam de um evento de negócios (congressos, seminários, jornadas etc.) já se perguntaram: será que devo seguir as tendências de mercado apresentadas pelos conferencistas convidados sem questionar, ou devo avaliar especificamente em meu segmento se é possível ir em outra direção? Será que existem oportunidades em direções diferentes das apontadas pelas tendências?
Considero excelente a postura das pessoas que fazem estas perguntas, pois estão agindo com senso crítico, não apenas absorvendo e adotando conclusões obtidas por outras pessoas, por mais preparadas e conceituadas que estas possam ser.
Se a dúvida é prejudicial quando nos bloqueia as decisões e atitudes, por outro lado ela é fundamental quando nos remete a uma reflexão na busca pela verdade. A dúvida e o questionamento como instrumentos de busca são excelentes ferramentas.
Vamos refletir juntos sobre a questão das tendências e direções a seguir
Em primeiro lugar, vamos ser sinceros: o sucesso é muito mais fácil de ser explicado depois que acontece. Prever o sucesso é algo dificílimo, mesmo quando todos os ingredientes considerados fundamentais para obtê-lo estiverem presentes.
  • 6/23/2019
  • GIL
Se a América foi inventada por um sonho expansionista europeu, a Amazônia podia constituir, talvez mais que em qualquer outro lugar do mundo, como continuidade desse devaneio. Do século XVI ao XIX, a região foi literalmente invadida pelo homem europeu.
Gondim afirma que “a Amazônia foi uma invenção”, pois a Amazônia não foi descoberta, esse termo só foi intitulado com a chegada dos portugueses.
Como se pode descobrir algo que já existe há centenas de anos?
Souza afirma “que quando os europeus chegaram ao século XVI, a Amazônia era habitada por um conjunto de sociedades hierarquizadas”. Ou seja, a partir dessa afirmação, vale ressaltar que a Amazônia brasileira já existia antes da chegada dos colonizadores.
A invenção da Amazônia se deu a partir dos relatos de viagens escritos pelos viajantes, missionários, etc. No livro A invenção da Amazônia (2007), de Neide Gondim, temos um painel dos primeiros viajantes cronistas, como também dos ficcionistas, que escreveram sobre aquela região até o século XX. A grande maioria desses aventureiros deixa o seu registro de entusiasmo, preconceito e fantasias. Essas viagens acendem o imaginário do homem europeu, pois estes sonhavam com o “paraíso e a fonte da eterna juventude”.
O paraíso aí se funda como o reino das possibilidades. Para Colombo e os outros navegadores que o seguiram, o Oriente seria a fonte para todo um imaginário fabuloso (Gondim, 2007). O impacto disso é tão forte no Ocidente que vamos encontrar essa associação ainda no século XVII, quando viajantes, por exemplo, procuravam o desconhecido e o fantástico na Amazônia.
A invenção da Amazônia se deu a partir de ideologias desde a escritura bíblica, fazendo um percurso pela Idade Média até os nossos dias. Acreditava-se que existia aqui na terra um paraíso, igual o descrito na Bíblia, que era o jardim do Éden, onde habitava Adão e Eva. Muitas foram às ideologias disseminadas e que acenderam o imaginário do homem europeu, pois este acreditava que esse “Paraíso ou El – dourado” existia e era uma cidade coberta de ouro e que possuía um rio onde suas águas conservassem a juventude eterna.
Cada imaginário se preenche com os limites de sua própria ansiedade. Ao tentar conquistar o desconhecido compreende-se uma oportunidade de domar o seu próprio imaginário. Mais uma vez, o detonador dessa aventura é uma especiaria. Ouvia-se falar muito no país da Canela; as mulheres guerreiras surgem como um misto de idealidade e sugestividade ao ambiente. Elas dão o toque feminino de medo do desconhecido. A relação com o mito grego das Amazonas obedece, portanto, a uma estratégia de nomeação.
Percebe-se que A Invenção da Amazônia se dá a partir das construções ideológica de um território, que é parte de um conjunto de mitos e fabulações que os europeus inventaram a América. Nesse caso, se a América foi inventada e não descoberta o que nos resta é simplesmente dar continuação a essa invenção, pois o próprio texto não nos mostra uma busca pela verdade e continua a falar em invenção.
  • 6/20/2019
  • GIL
Se fizermos uma reunião em seu escritório e discutirmos feeds RSS, computação em nuvem ou hashtags do Twitter, qual é a probabilidade de você nos olhar com cara de interrogação?

Das mídias sociais aos iPads, as novas tecnologias estão mudando a forma como os consumidores interagem com as marcas. Clientes insatisfeitos rapidamente expõem suas mágoas com o produto no Facebook, Twitter e outros canais de mídias sociais. Como os executivos conseguem entender o feedback de seus clientes se nem conhecem estes meios? E como podem programar limitações de uso destes meios aos funcionários para evitar catástrofes sem compreender de verdade como funcionam estas ferramentas? Os executivos também precisam entender o valor dos canais de mídia social e as novas tecnologias em termos de ferramentas de marketing e geradores de receita.

Ao implementar ideias pioneiras, nenhum executivo deve se sentir isolado. Estamos passando por uma transição de gerações, em que diferentes grupos têm diferentes tipos de perspectivas. Executivos entre 30 e 40 anos de idade cresceram com uma infraestrutura de TI, e-mail e internet, e adaptaram-se facilmente às novas tecnologias web 2.0. Enquanto isso, executivos na casa dos 40 conheceram a tecnologia tarde na universidade ou no início de suas carreiras, mas a maioria tem se adaptado bem.
  • 6/15/2019
  • GIL

O PowerPoint foi desenvolvido por engenheiros como uma ferramenta para ajudá-los a se comunicar melhor com a equipe de marketing e vice-versa.
Esta é uma ferramenta excepcional porque permite uma comunicação verbal muito densa. Sim, você poderia enviar um memorando, mas ninguém lê estes documentos mais. À medida que as empresas estão ficando cada vez mais ágeis, nós precisamos de uma forma de comunicar nossas ideias de um grupo para outro. É neste ponto que entra o PowerPoint.
Esta poderia ser a ferramenta mais poderosa do seu computador. Mas não é. Inúmeras inovações falham porque os apresentadores usam o PowerPoint da maneira que a Microsoft quer que eles usem, ao invés de fazerem da maneira correta.
  • 6/10/2019
  • GIL

Estar bem informado hoje em dia é algo fundamental, afinal, na era da informação estar por fora das coisas é um erro terrível, não é? Hoje em dia todos nós acompanhamos dezenas de blogs para nos manter informados, por isso nós resolvemos criar uma super lista, com 48 ótimos blogs para você ficar por dentro de tudo que está rolando no mundo do marketing.
Portanto é hora de parar de ver vídeos de gatinhos no YouTube e começar a se informar!
Os primeiros estão em inglês, pois são em sua maioria americanos. Então, se quiser saber o que há de mais quente lá fora, é só começar a seguir os que você mais gostar:
1. HubSpot
A HubSpot é uma das mais importantes empresas de marketing inbound (e aqui na Rock estamos sempre de olho em tudo que eles fazem). Um blog que com certeza vale a pena seguir.
Um ótimo blog, que cobre diversos tipos de conteúdo, de SEO a mídias sociais.
  • 6/05/2019
  • GIL

A tecnologia não faz tão mal assim à literatura. Pouco a pouco, os livros vão ganhando ares tecnológicos e as novidades high-techs se incorporam ao universo da leitura. Por isso, não demorou muito para que surgissem aplicativos para smartphones e tablets destinados a quem gosta de um bom livro.
Confira as cinco dicas da Contracapa de apps literários:
Literary Analysis Guide
Descrição: literary-analysis-app-20151005
  • 6/01/2019
  • GIL

Atualmente, existem sites e softwares que podem identificar cópias e outras fraudes em trabalhos acadêmicos.
Abaixo, uma lista com algumas ferramentas disponíveis que irão ajudar os professores a identificar o problema:

1 – Turnitin
URL: 
http://www.turnitin.com/
É usado por mais de 1 milhão de professores ao redor do mundo. Possui suporte para 12 idiomas, inclusive, o português.

2 – iThenticate
URL: 
http://www.ithenticate.com/
Um dos mais populares para detectar e previnir plágios profissionais.

3 – Plagiarism detect
URL: http://plagiarism-detect.com/
Ferramenta que detecta plágio gratuitamente.

4 – Plagius
URL: 
http://www.plagius.com/s/br/default.aspx
Ótima software que consegue detectar cópias em arquivos de vários formatos como Word, Pdf, OpenOffice, HTML e texto simples.

5 – Ephorus
URL: 
https://www.ephorus.com/pt/home
Pode ser usado temporariamente sem cobranças.
  • 5/30/2019
  • GIL

Lead: Lead é o nome dado a cada contato coletado. Para a automatização de tarefas, o Lead geralmente não tem um cadastro completo, apenas o e-mail já é suficiente.

Lista: A lista é a quantidade de e-mails que você tem segmentada por um assunto, esta é a grande sacada do marketing digital, você pode segmentar pessoas por interesses e disparar apenas os e-mails que interessam a elas.

Squeeze Page (ou página de captura): É necessário criar uma página especial para conseguir "capturar" o e-mail do seu prospect - Capturar é um termo para conseguir registrar o e-mail.

Landing Page (ou página de destino): Quando o prospect clica em um link em uma de suas páginas, e-mails ou anúncios,  ele é dirigido a uma página de destino. Você irá escolher o destino de acordo com sua estratégia.
  • 5/20/2019
  • GIL
        

Quem dobrou seu paraquedas?


Charles Plumb era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã.
Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.
Plumb saltou de paraquedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.
Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisseia e o que aprendera na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
 “Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?"
 “Sim, como sabe?", perguntou Plumb.
"Era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?"
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
 “Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje."
Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:
 “Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia?
  • 5/18/2019
  • GIL
Para a mente aberta, em qualquer momento da vida, para novos conhecimentos e conceitos é preciso manter a alma nua
Seu Félix trabalhava na fábrica havia 22 anos. Funcionário exemplar, nunca tinha faltado, o resultado da ilha de produção que ele gerenciava era sempre superior e, não menos importante, ele demonstrava que era feliz em seu trabalho. Sentia orgulho da profissão e da empresa onde tinha construído sua carreira.
  • 5/15/2019
  • GIL

Vamos refletir sobre esta história inspiradora:
Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada.
Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas, nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.
Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais, mas notou que havia uma bolsa amassada no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.

O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendemos:

"Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".
  • 5/10/2019
  • GIL

·         1
Tenha curiosidade
Estar sempre de olho nas novidades do mercado e querer conhecer mais sobre seu cliente e sobre suas necessidades são os primeiros passos para que pequenos empresários mantenham o sucesso do negócio ao longo de anos. O empresário tem de buscar informações, ver o que mercado está fazendo e o que o consumidor quer
·         2
Esteja aberto a mudanças
Para Fabio Hering, o executivo deve estar aberto a mudanças no setor em que atua para que não fique atrás dos novos concorrentes. "Não sou o criador da companhia, mas com satisfação digo que fui um dos responsáveis por recriá-la", comenta o presidente da empresa de roupas
  • 5/05/2019
  • GIL

Segundo Clayton Christensen, o papa da inovação disruptiva, existem três tipos de modelos de negócio: (i) a oficina de soluções, (ii) a cadeia de valor agregado e (iii) a rede de negócios. Todas as indústrias, ao longo de sua evolução, invariavelmente passam por todos esses modelos. Nessa evolução, a rede de negócios, ou marketplace, é o destino de qualquer setor da economia.
As oficinas de soluções são organizadas para diagnosticar e resolver problemas não estruturados. Empresas de consultoria, agências de publicidade e escritórios de advocacia são exemplos típicos desse modelo de negócio. Geralmente, esse tipo de negócio cobra pelo input de suas atividades (homem/hora).
  • 5/01/2019
  • GIL

Liderança: Dez passos para delegar mais e controlar menos.
Felipe.dreher

Muitos profissionais, inclusive aqueles que deveriam liderar uma equipe, se esforçam para participar de absolutamente todos os processos e decisões. Muitas vezes, além do que deveriam.
Se você é um centralizador - do tipo que pede para ser copiado em todos os e-mails e quer estar em todas as reuniões -, é hora de parar um segundo. Um líder centralizador não só gasta seu tempo em coisas que não deveria como desestimula a sua equipe.
A maior parte das pessoas gostaria de ter algum grau de autonomia no trabalho. A microgestão – dizer em detalhes como cada tarefa tem de ser cumprida – impede esta autonomia. Dá a impressão de que o gestor vê seu subordinado como incompetente e incapaz de tomar decisões.

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